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O que pode e o que não pode no marketing jurídico?

O futuro do marketing jurídico para advogados no Brasil é promissor. Atualmente existem dois modelos de publicidade no mundo: o Francês e o Inglês, este último é também adotado pelo mercado americano. Não é incomum ver nas ruas dos EUA carros plotados com o número de celular do profissional, incluindo a sua área de atuação, o modelo Francês, por sua vez, veda qualquer tipo de propaganda explícita. 

Até certo ponto, a proibição da propaganda protegeu os profissionais brasileiros de atitudes puramente mercantilistas, no entanto, com a mudança na forma de comunicação das pessoas e com a massante utilização do smartphone, permitir que o advogado fique de fora desta tendência de mercado, baseado em uma legislaçao de 20 anos atrás, pode ser perigoso para os resultados desta classe.

Recentemente a OAB divulgou que pretende reformular as regras que tratam de publicidade e propaganda, com o objetivo de permitir anúncios nas redes sociais e outros tipos de propaganda, esta proposta será votada até o segundo semestre de 2020. Ou seja, um verdadeiro avanço para a classe de advogados, pois o provimento 94 do ano 2000 traz, claramente, conceitos ultrapassados. 

Hoje toda e qualquer exposição dos juristas deve obter caráter meramente informativo e não visar captação de clientela, por esse motivo que o marketing de conteúdo foi e é bastante utilidado por esses profissionais, afinal quando o profissional doa o seu tempo entregando conteúdo de forma gratuita e estratégica, o retorno natural costuma ser um ou mais contratos fechados.


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