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Mulheres Evoluindo na Tecnologia

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“Quanto mais eu estudo, mais insaciável eu sinto e ensino meu gênio para que ele seja”, disse Ada Lovelace, matemática e escritora inglesa, mais conhecida como a primeira programadora da história.

A baixa participação de mulheres no mercado de tecnologia é fato, mas a revelação pública das estatísticas de diversidade dos quadros funcionais das empresas mostrou em números o abismo no setor.

O Fórum Econômico Mundial apontou que, mesmo em países desenvolvidos, onde o número de mulheres é maior entre profissionais da área STEM (que representa, na sigla em inglês, ciências, tecnologia, engenharia e matemática), corresponde apenas a 26% da força de trabalho desse segmento.

Nas grandes multinacionais de tecnologia, não é diferente. Em 2016, na Apple elas somavam 20% dos trabalhadores da área de tecnologia. No Google e no LinkedIn, 17%. No Facebook, 15%. E no Twitter, apenas 10%.

O questionamento a ser feito é: Quais serão as habilidades profissionais mais requisitadas no futuro próximo e como as mulheres figuram entre profissionais com estas habilidades?

A resposta aqui é muito óbvia, com o avanço tecnológico, as áreas STEM serão cada vez mais reconhecidas e as oportunidades surgirão baseadas naqueles que as dominam. O futuro das profissões não mais pertence unicamente ao Direito, Medicina e Engenharia.

Insisto em lembra-los que os tempos estão mudando. Percebam que a inserção das mulheres no mundo da tecnologia dos códigos também irá mudar, ou seja, crescer. Pois onde há oportunidade de trabalho, o gênero feminino estará ganhando forca cada vez mais.

Assim como Ada, outras mulheres fizeram parte do universo científico, no entanto foram apagadas pela história ou ficaram à sombra dos homens de destaque nas diferentes áreas da ciência. Desde 2009, foi criada a Ada Lovelace Day – 15 de outubro, data idealizada para lembrar o quanto essa programadora marcou a evolução científica e também para incentivar e encorajar que mais mulheres sigam este caminho. Avante, sexo frágil!