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A Batalha dos Crimes Cibernéticos

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O general Chinês Sun Tzu, autor do livro A Aarte da Guerra, disse: “Se você faz com que os adversários não saibam o local e a data da batalha, você pode ganhar sempre”.

É possível afirmar com alto grau de certeza que ao menos um leitor desta coluna já sofreu algum tipo de ataque cibernético. Existe segurança em meio ao crescente avanço tecnológico e pouca prevenção?
De tecnologias como Uber e Yahoo, os hackers mostraram que há pouca garantia de uma empresa proteger os dados dos seus clientes, deixando a porta aberta para todo tipo de ciber ataque.
Não apenas os acessos bancários de alto patrimônio líquido precisam de proteção, mas tudo o que está sendo acessado diariamente, como as contas do Facebook, do Instagram e as credenciais do Google e-mail.
No entanto, há luz no final do túnel, pois existe uma tendência de mentalidade interessante, conhecida como a segurança cibernética começa com o indivíduo.

Um portão particularmente vulnerável são os dispositivos móveis de indivíduos. As empresas estão focando na criação desses dispositivos de aplicativos de risco e mau comportamento. — não está claro o que vc quer dizer.
Appthority, por exemplo, opera uma plataforma baseada em nuvem que classifica aplicativos móveis em comportamentos de risco que podem levar a coisas como malware — definir malware — e exposição de propriedade intelectual. Os usuários de celulares podem instalá-lo em seus telefones e digitalizar seus aplicativos antes de instalar ou abrir.
Outra vulnerabilidade vai além de downloads: os navegadores. Brave, por sua vez, é um navegador de internet de código aberto criado pelo co-fundador do Projeto Mozilla e o criador do Javascript, Brendan Eich. A plataforma bloqueia os rastreadores de sites e remove anúncios intrusivos, pois quanto menos dados um indivíduo compartilha com clientes publicitários, mais privacidade eles têm online.

Um exemplo recente de crime cibernético, ocorreu em 2017, ano que várias empresas brasileiras sofreram ataques e obtiveram boa parte de seus arquivos corrompidos, em troca da recuperação dos documentos, os hackers pediram pagamento em uma moeda digital bastante conhecida, o Bitcoin.

Diante desse cenário, as empresas de ciber seguros também estão dobrando esforços e foco no indivíduo, já que essa se mostra uma estratégia importante para o futuro da segurança cibernética.

Pois bem, o livro A Arte da Guerra nos ensina sobre como vencer batalhas, mas não conseguiu prever os tipos cibernéticos de ataques, onde os hackers estão em constante vantagem sobre a maioria da população. Para o mundo da segurança cibernética, o novo mantra é simples: mudança começa com você. Mas, para o mundo real, ainda haverá muita preparação para essa guerra.